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Estudos apontam que pensar é mais prazeroso do que transar

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Estudos apontam que pensar é mais prazeroso do que transar

Estudos apontam que pensar em sexo é mais prazeroso do que transar

Chega de dizer que masturbação não é sexo. Para o seu cérebro, não há diferença. Na verdade essa fantasia sexual que você guarda aí na sua cabeça já gera um efeito extremamente semelhante ao efeito causado durante o sexo. A leitura de um texto mais excitante ativa o lobo temporal esquerdo, envolvido no processamento das atividades motoras sensoriais. Mas para isso acontecer você precisa imaginar – algo bem diferente do que rola quando você vê um filme pornô, afinal, pouco sobra para a imaginação.

Para uns, bom é fazer algo que pareça proibido ou que rompa com preceitos morais e culturais, com o aprendizado do que é certo e errado. Para outros, o simples ato de transar em um local público ou a ideia de dividir a cama com aquela professora, por exemplo, já é o bastante para aflorar todos os sentidos

Mas, segundo a revista Superinteressante: “O mundo das fantasias é ilimitado. Por isso, há quem encontre satisfação com estátuas, carros, balões de festa. O que é estranho para alguém certamente é normal para outro em alguma parte do planeta.

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Pensamentos eróticos  e românticos, também podem ajudar na capacidade de resolução de problemas e no aumento da criatividade. Imaginar só sexo ativa apenas uma região cerebral, o centro de recompensa. É o que se chama de atividade focada, que favorece a atenção aos detalhes e traz benefícios nas horas em que é preciso encontrar soluções práticas para vencer dificuldades.

Quando você pensa em algo romântico, por exemplo, em um jantar à luz de velas naquele restaurante que você gosta… as células fazem várias conexões diferentes, porque outras emoções e ações estão envolvidas. Montar mentalmente a cena completa treina regiões ligadas à criatividade e à visão global. Ou seja, o ideal é fantasiar todo o processo do jantar, a sobremesa e o sexo.

Recorrer a vídeos eróticos também funciona. O pornô mexe com a vida real por vários motivos. Um deles está relacionado aos neurônios-espelho, que imitam o que recebem. Sabe quando a gente sente vontade de bocejar só de ver outra pessoa fazendo isso? Então, são os neurônios-espelho agindo. Quando alguém assiste a um filme erótico, pode se motivar a fazer mais sexo e a se despir das amarras na cama.

E o prazer pode vir de outras fontes também. Curtidas e comentários no Facebook estimulam a mesma região cerebral acionada no sexo: o núcleo acumbens. Pesquisadores da Universidade Livre de Berlim detectaram uma atividade intensa nessa área, ligada ao centro de recompensa, quando os participantes recebiam comentários positivos nas mensagens postadas. Outro estudo, da Universidade Harvard, também encontrou relação entre o uso das redes sociais e o prazer que elas proporcionam. Falar sobre si mesmo induz a produção de dopamina de forma semelhante ao que ocorre na excitação sexual. E assim, os estudos apontam esse fato como verídico. Então tomem cuidado com todas essas coisas citadas.

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